Quando e porque escolher dutos espirais para sistema de ventilação industrial

Qualquer pessoa que esteja pensando em instalar um sistema HVAC pela primeira vez tem uma questão crucial para resolver, deve-se pensar, se a melhor escolha é usar um duto espiral ou um duto retangular. 

O duto espiral, bem como os dutos retangulares tradicionais, são as opções mais comuns para instalações HVAC, no entanto sempre surge a dúvida, qual é o melhor para as minhas  necessidades? Se você está pensando nisso e se perguntando qual a melhor opção, aqui vai uma lista de coisas para se pensar.

Vazamento. Os dutos retangulares geralmente são compostos por duas costuras de travamento ao longo de seu comprimento e inúmeras conexões de deslizamento cruzado. Sendo assim  pode ocorrer de vazar.  Já o duto espiral não possui costuras de travamento longitudinais e possui bem menos juntas transversais e é quase hermético, vazando então muito menos do que sua contraparte retangular. Com essas informações conseguimos chegar a conclusão que o duto espiral é mais forte, flexível e praticamente à prova de vazamentos.

Pressão. Os dutos retangulares são mais propensos a ter maiores quedas de pressão em comparação com duto espiral, devido às suas curvas acentuadas. Os dutos retangulares perdem também no quesito eficiência comparado com os dutos espirais que permitem que a pressão do ar seja equalizada e consequentemente tenham quedas de pressão menores.

Barulho. Os dutos retangulares podem causar um ruído mais excessivo devido às vibrações no duto. Já os dutos espirais têm a tendência de ser mais rígidos e firmes ​​do que os dutos retangulares, e também possuem um desempenho maior em termos de queda de pressão. Então isso faz com que o funcionamento ocorra de forma mais silenciosa.

O duto espiral também é mais atraente esteticamente. Muitos arquitetos gostam da ideia de dutos em espiral ao invés dos dutos retangulares. O duto redondo em espiral pode ser pintado ou utilizado até mesmo de forma rústica para se destacar e combinar perfeitamente com um ambiente comercial interno.

Eficiência. Com todos esses atributos, os dutos espirais acabam se tornando a opção preferida para uma variedade de aplicações relacionadas a HVAC. Por exemplo, o duto espiral é comumente utilizado para ventilar unidades industriais como aquelas usadas ​​em fornos de revestimento em pó.

O processo de revestimento em pó é um tipo distinto de composto químico normalmente usado para fins de acabamento de metais. O revestimento em pó é resistente à corrosão e à abrasão e está disponível em uma variedade de cores. Devido às suas próprias propriedades de proteção e seu apelo estético, o revestimento em pó tem várias utilidades, desde equipamentos industriais pesados ​​até móveis e ferramentas básicas de metal.

Sem os dutos de ventilação em espiral, o processo de revestimento em pó seria praticamente impossível. Depois que o revestimento em pó é aplicado eletrostaticamente a uma superfície ele precisará ser curado em um forno. 

Para funcionar de uma maneira correta, um forno de cura deve ser capaz de distribuir uniformemente o calor sem atrapalhar o revestimento em pó que está sendo assado. Esse tipo de distribuição uniforme de calor é realizado usando um ventilador de circulação e (você acertou!). Para isso são utilizados os dutos espirais de ventilação.

Os dutos em espiral para ventilação também desempenham um papel crucial no processo de exaustão do sistema de revestimento em pó dos fornos. Quando o ar é aquecido ele se expande. 

No caso de sua expansão, o ar escapa do forno de cura mais bem vedado, e traz consigo a possibilidade de subprodutos tóxicos desenvolvidos pela combustão. E quando utilizamos o sistema de exaustão no forno de cura, permitimos que o ar escape pelas aberturas, ao em vez de entrar no ambiente de trabalho. 

Além dos dutos espirais evitarem que os subprodutos da combustão infectem a área de trabalho e a área circundante, os sistemas de exaustão dos fornos de cura mantêm a temperatura dentro deles consistente e estável. 

Sem os dutos espirais de ventilação, os fornos de cura que são utilizados nas indústrias ficariam cheios de pontos quentes e frios, não teriam estabilidade de temperatura, o que faria com que o revestimento em pó no interior o fizesse esquentar demais ou de menos, resultando então em um acabamento sem qualidade.

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