Com a Copa do Mundo de 2026 tendo um número recorde de 48 seleções, a definição dos confrontos após a fase de grupos ficou mais complexa. Serão 32 países classificados para o mata-mata, e a chave do Brasil depende diretamente de sua posição no Grupo C.

    Se a seleção brasileira terminar a fase de grupos em terceiro lugar, seus possíveis adversários na nova etapa de 16 avos de final são três. O time enfrentará o vencedor do Grupo A (México), o vencedor do Grupo E (Alemanha) ou o vencedor do Grupo I (França ou Noruega). As outras seleções desses grupos não têm pontos suficientes para serem consideradas.

    Caso o Brasil termine em primeiro ou segundo lugar no Grupo C, o adversário virá do Grupo F. Se for primeiro colocado, enfrentará o segundo lugar do Grupo F. Se for segundo colocado, enfrentará o primeiro lugar do Grupo F. As seleções do Grupo F são Holanda, Suécia, Japão e Tunísia.

    Entendendo os cálculos

    Além dos primeiros e segundos colocados de cada grupo, os oito melhores terceiros lugares também avançam. As 12 seleções em terceiro são ranqueadas por desempenho, e as oito melhores se classificam. A Fifa já definiu 495 cenários possíveis de confrontos envolvendo esses terceiros lugares, cada um com uma tabela pré-montada no regulamento.

    Para evitar repetições imediatas da fase de grupos, os confrontos entre primeiros e segundos colocados são fixos, independentemente de quais terceiros lugares se classifiquem. A matemática por trás dos 495 cenários usa o conceito de combinação, onde a ordem dos times no ranking não altera o resultado final.

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    Nilson Tales Guimarães

    Formado em Engenharia de Alimentos pela UEFS, Nilson Tales trabalhou durante 25 anos na indústria de alimentos, mais especificamente em laticínios. Depois de 30 anos, decidiu dedicar-se ao seu livro, que está para ser lançado, sobre as Táticas Indústrias de grandes empresas. Encara como hobby a escrita dos artigos no Curioso do Dia e vê como uma oportunidade de se aproximar da nova geração.