Um evento em Itapema vai orientar gestantes e famílias sobre amamentação. O 10º encontro do Humaniza Itapema acontece no dia 23 de abril, às 19h, no plenário da Câmara de Vereadores da cidade.
A reunião é gratuita e promovida pelo grupo Gestamãe Itapema. O objetivo é oferecer informação e acolhimento sobre o período de amamentação, tratando de suas vantagens e das dificuldades que podem aparecer.
Entre os temas que serão discutidos estão a importância do aleitamento para a mãe e o bebê, a produção de leite e a chamada pega correta, que é a forma adequada de o bebê se posicionar para mamar. Também serão abordados mitos e verdades sobre o assunto e a alimentação da mulher nessa fase.
O aspecto emocional do pós-parto também será um ponto do encontro. A ideia é mostrar que sentimentos como cansaço e insegurança são comuns e que o apoio pode ajudar.
O evento contará com a psicóloga clínica e perinatal Ionara G. Spengler e a enfermeira e doula Ariane Santana. A mediação ficará a cargo da fisioterapeuta pélvica Nathália Grando.
Embora o foco seja nas gestantes, pais e familiares também podem participar. A proposta é ampliar o conhecimento sobre gestação, parto e pós-parto, fortalecendo a rede de apoio.
As inscrições são feitas pelo telefone (47) 9 9645-5807 ou pelo perfil @gestamaeitapema no Instagram. A Câmara de Vereadores fica na Rua 120, nº 423, no Centro de Itapema.
O projeto Gestamãe busca incentivar o diálogo sobre os direitos da mulher e do bebê no parto e no pós-parto. A iniciativa também ganha importância diante de mudanças na estrutura hospitalar do município, oferecendo suporte para mães e famílias.
A amamentação é um processo natural, mas que pode levantar muitas questões práticas. Eventos como esse têm a função de esclarecer dúvidas comuns, como a frequência das mamadas, como saber se o bebê está se alimentando bem e como armazenar o leite materno de forma segura.
A troca de experiências entre os participantes é outro ponto positivo desses encontros. Mães que já passaram pela fase podem compartilhar vivências, criando um ambiente de solidariedade. Esse suporte emocional é visto como um complemento às orientações técnicas das profissionais de saúde.
